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As 3 regras da inovação, segundo um dos primeiros executivos do Airbnb

 Dia 23

 

Para Chip Conley, executivos devem olhar para tendências como surfistas olham para ondas; entenda o porquê 

 

 

 

07/11/2017 - 11H48 - POR EDSON CALDAS

 

Primeiro, o ignoram; depois o ridicularizam; em seguida, lutam contra você; e aí, você ganha." Foi esta frase de Mahatma Gandhi que Chip Conley citou aos funcionários do Airbnb depois de ser contratado. Ele se juntou à empresa quando esta ainda estava em um estágio bem incipiente – pouco mais de 300 empregados. Hoje, não está mais na empresa e tornou-se um especialista em inovação.

 

Conley, que agora atua como consultor estratégico sobre inovação em hospitalidade, compartilhou seus conhecimentos nesta terça-feira (07/11) durante o HSM Expo 2017, em São Paulo. Segundo ele, a "disrupção em hospitalidade" pode ser aplicada em qualquer setor.

 

Ele usa uma analogia esportiva. "Surfistas conseguem de longe saber se aquela onda que está chegando vale a pena pegar ou simplesmente se devem deixá-la passar", diz. "Os fundadores do Airbnb chegaram para mim dizendo que queriam democratizar a hospitalidade. Eu fiquei impressionado pelo entusiasmo deles, mas nunca tinha ouvido falar do Airbnb. Eu era o surfista que não viu a onda chegando. Mas por sorte me colocaram na prancha".

 

Conley defende que existem três regras da inovação – que mostram que aquela "onda" não é só passageira. Primeiro, toda a inovação chega com certo "aviso", movimentos que indicam que algo está por vir. Segundo, a inovação sempre endereça uma necessidade humana que até então não tinha recebido uma solução muito boa. E, por fim, o sinal de que é mesmo uma tendência de longo prazo e que aquela inovação deve ser adotada pelo "establishment".

 

O que tem acontecido, segundo Chip Conley, é que as ondas estão chegando muito mais rápido. "Na disrupção, você usa a tecnologia. A tecnologia permite que a inovação aconteça mais rápido. Agora, usando a mesma analogia, as ondas vêm mais rápido."

 

Nos Estados Unidos, depois da Segunda Guerra Mundial, as pessoas passaram a viajar mais, algo que não faziam antes por falta de rodovias, segundo o especialista. Mas geralmente, elas buscavam um hotel tradicional ou uma marca famosa. "Antes, era isso que os consumidores queriam. A história das grandes cadeias de hotel começou porque as empresas estavam endereçando essa necessidade." Depois, acomodações menores começaram a ganhar espaço. E até as grandes cadeias começaram a apostar nelas – um exemplo da terceira regra de inovação (establishment adotando a inovação).

 

No que se refere à inovação promovida pelo Airbnb, as pessoas queriam uma experiência em suas viagens, ter o olhar de um morador local. Isto é: o Airbnb endereçou uma necessidade. "Se as pessoas iam se hospedar em São Paulo, queriam que fosse uma experiência diferente de ficar no Rio. O compartilhamento de casa [do Airbnb] multiplica isso por 10", diz Conley.

 

Quando chegou à empresa, Conley era mais velho que os fundadores. Isso não é uma desvantagem, necessariamente netes tempos de novos negócios: "Você pode aprender a surfar depois de mais velho – essa metáfora pode ser aplicada tanto a empresas como indivíduos".

Via:  http://epocanegocios.globo.com/Empresa/noticia/2017/11/3-regras-da-inovacao-segundo-um-dos-primeiros-executivos-do-airbnb.html

 

 

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